INICIANDO e JUSTIFICANDO SOBRE...
- lucy8146
- 21 de abr. de 2024
- 1 min de leitura
Atualizado: 1 de mai.
Fasciaterapia e Diabetes
O que ninguém te contou sobre o tecido que conecta tudo.
Há 46 anos convivo com diabetes mellitus tipo 1 (DM1).
Fui diagnosticada aos 12 anos, e desde então aprendi — na prática, no corpo — que a doença não é um diagnóstico isolado.
Ela atravessa tudo. Foi essa vivência que me aproximou de uma pergunta que a medicina convencional ainda responde com dificuldade: por que tantos pacientes diabéticos continuam piorando mesmo seguindo o tratamento?
A Sociedade Brasileira de Diabetes alerta que a neuropatia diabética é uma das complicações mais frequente, que acontece muito e incapacitantes do diabetes — e uma das menos tratadas de forma integrada.
Ela afeta nervos, sensibilidade, equilíbrio, circulação.
E tem um tecido em comum com tudo isso e que ainda é pouco conhecida e está começando a ser falada de toda a sua importância: a fáscia.
A fáscia é uma rede fibrosa e elástica de tecido conjuntivo que envolve cada músculo, cada órgão, cada vaso sanguíneo do seu corpo.
Quando ela está comprometida — tensionada, desidratada, aderida — o corpo perde fluidez.
A circulação piora.
A resposta inflamatória se instala.
E, o controle glicêmico fica mais difícil.
A Fasciaterapia não substitui o tratamento médico — e nunca vai substituir.
Mas ela abre um caminho que o protocolo convencional ainda não percorreu: trabalhar o tecido que sustenta tudo, para que o corpo volte a funcionar como um sistema inteiro e integrado.
É isso que faço.
É isso que busco.
E é isso que quero compartilhar aqui com você.
"A simplicidade é o véu supremo da sofisticação."
— inspirada em Leonardo da Vinci


Comentários